Violência doméstica: entenda e combata esse mal

Por medo, muitas mulheres não falam sobre isso


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Desavenças, brigas e a não aceitação do fim do relacionamento. É assim que geralmente começa a violência doméstica. No Brasil, essa ainda é uma triste realidade, que independe de classe social ou grau de escolaridade. Segundo o estudo do "Mapa da Violência de 2015 – Homicídios de Mulheres no Brasil", o País é o quinto no mundo em que mais se matam mulheres, com uma taxa de 4,8 mortes por 100 mil delas. Estamos atrás apenas da Rússia, Guatemala, Colômbia e El Salvador.

Há alguns dias, no Rio Grande do Sul, por pouco uma jovem de 18 anos não perdeu a vida. A moça teve 80% do corpo queimado após se recusar a manter relações sexuais com o namorado, segundo a apuração da Polícia Civil da cidade onde ela morava.

Diante da recusa, ainda de acordo com a polícia, o homem jogou gasolina e ateou fogo na jovem.

Você não está sozinha

As mulheres não devem se calar, por mais difícil que seja passar por uma situação como essa. No Brasil, há mais de 10 anos os casos de violência doméstica podem ser denunciados pelo número 180.

E a Universal também não poderia deixar de auxiliar essas mulheres, por isso, para dar assistência a elas e também incentivá-las a quebrar o silêncio, desenvolveu o projeto Raabe, que há quase 5 anos realiza um trabalho de encorajamento e conscientização.

O Raabe tem conquistado também o apoio de autoridades para combater a violência contra a mulher. Durante os encontros, as voluntárias conversam com as mulheres que são vítimas, orientando-as emocionalmente. Depois, há orientação assistencial e jurídica, psicológica e espiritual, com acompanhamento de profissionais — advogadas, psicólogas e médicas.

Se você está passando por uma situação de violência doméstica ou conhece alguém que esteja, clique aqui e encontre o endereço em que o grupo se reúne mais perto da sua casa. Ou entre em contato com as voluntárias do projeto pelo e-mail projetoraabe@gmail.com, ou ainda pelo telefone (11) 3573-0535.

 

Universal.org / Imagem: Reprodução

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